Ser voluntário é uma forma de ser, de estar no mundo, de viver, que se baseia em princípios fundamentais.
O voluntário não se preocupa apenas com as suas necessidades, mas sobretudo com as necessidades dos outros, procurando resolvê-las.

A humanidade só poderá subsistir se converter a solidariedade num principio fundamental do desenvolvimento humano, ou seja, não é uma opção mas sim uma obrigação, um dever fundamental da pessoa humana.

João Paulo II definiu a solidariedade como “a determinação firme e permanente de empenhar-se pelo bem de todos e de cada um, porque todos somos verdadeiramente responsáveis por todos”.

O ser voluntário nasce simultaneamente do amor e do interesse por si mesmo e pelos seus semelhantes, especialmente por aqueles que estão excluídos ou que padecem de precariedade ou pobreza.

É gratificante sentir que o doente, muitas vezes, vê o Voluntariado como o prolongamento familiar dentro das paredes do hospital. Assim, procuremos que a dor dos outros nos toque como se fosse nossa e que saibamos, senão extingui-la, pelo menos amenizá-la…

Como identificar os nossos voluntários

No desempenho das suas funções, os voluntários têm um fardamento próprio, de uso obrigatório, que permite a sua fácil identificação e os diferencia dos restantes elementos hospitalares. Se durante a sua permanência nas instalações do hospital tiver alguma dificuldade poderá observar o seguinte:

Senhoras:
As senhoras vestem uma bata branca e, por cima, um avental de tecido quadriculado rosa e branco. Ao peito, têm um cartão de identificação como membros da Liga e com a designação de voluntários ou estagiários.

Homens:
Os homem usam uma bata branca e também eles estão igualmente identificados como membros da Liga.